The unborn child was a person when the “malpractice” occurred and under the equal protection clause deserves payment as an “injured” party, collectible at birth. If the newborn can collect damages from an “insult” (failure to be killed) incurred during gestation, this in itself confirms legal recognition that a person with legal rights truly did exist. The tragedy is that since the Supreme Court rulings of 1973 this legal recognition only occurs when life instead of death prevails. Why should this principle not be used to protect the life of the innocent victims? The law as it exists today says a fetus shall receive equal “protection” under the law while the law itself permits (and the government finances) his death. The fetus that deserves life—as all fetuses do—has no protection whatsoever. The law and the state thus become the enemies of life, not the protectors of life, just as they have become thieves when they confiscate property instead of protecting property by punishing theft and protecting rights of property ownership.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Ironic
The unborn child was a person when the “malpractice” occurred and under the equal protection clause deserves payment as an “injured” party, collectible at birth. If the newborn can collect damages from an “insult” (failure to be killed) incurred during gestation, this in itself confirms legal recognition that a person with legal rights truly did exist. The tragedy is that since the Supreme Court rulings of 1973 this legal recognition only occurs when life instead of death prevails. Why should this principle not be used to protect the life of the innocent victims? The law as it exists today says a fetus shall receive equal “protection” under the law while the law itself permits (and the government finances) his death. The fetus that deserves life—as all fetuses do—has no protection whatsoever. The law and the state thus become the enemies of life, not the protectors of life, just as they have become thieves when they confiscate property instead of protecting property by punishing theft and protecting rights of property ownership.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
desigualar
quarta-feira, 4 de julho de 2012
O Legado do Poder Local em Risco?
Para uma detalhada e completa descrição da história das freguesias em Portugal, que não nos cabe aqui desenvolver, pode ser sugestiva a leitura de As Freguesias: História e Actualidade, de José António Santos, o qual citamos a propósito da importância das freguesias que extravasa, em larga medida, o domínio religioso: As paróquias ou freguesias têm a seu crédito o exercício de importantes funções locais atinentes ao quotidiano da vivência das comunidades respectivas. (...) Desde os primórdios, em colaboração nomeadamente com outras instituições da Igreja, inclusive as monacais, a sua acção está presente em múltiplos campos da área social, com relevância directa ou indirecta e em maior ou menor grau, nos concernentes a desempenhos de beneficência, instrução público, orfanatos, misericórdias e hospitais, actividades exercidas quase sempre em substituição ou em complemento do próprio Estado.
sábado, 16 de junho de 2012
os espinhos fazem falta
sexta-feira, 8 de junho de 2012
a confiança é uma anedota...
E a ordem espontânea é uma ideia muito interessante
mas é no meu quintal.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Pope Pius XI,1931
*No. 79 in Paulist translation
Decentralism and Subsidiarity: Applications to Society and Culture
domingo, 29 de abril de 2012
"The Sad Loss of Gender"
By "economic sex" I mean the duality that stretches toward the illusory goal of economic, political, legal and social equality. Male and female are neutered economic agents, stripped of any quality other than the functions of consumer and worker.
By "complementary gender" I mean the eminently local and time-bound duality that sets off men and women under circumstances that prevent them from saying, doing, desiring, or perceiving "the same thing." Together they create a whole which cannot be reduced to the sum of equal, merely interchangeable parts; a whole made of two hands, each of a different nature. To me, the fetus is a symbol of the corruption of hope, just as the medicalization of dying is the corruption of agony. Hope is transformed into expectation - the awaited results of technological intervention.
Now, with new medical technologies, the embryo becomes a "fetus"; the "notyet" loses its mystery as we see it in the sonogram. It becomes another patient, another disconnected part of a way of being to be managed. To me, the fetus is a symbol of the corruption of hope, just as the medicalization of dying is the corruption of agony. Hope is transformed into expectation - the awaited results of technological intervention.
The fetus thus serves as a new emblem of what the future will be. Every moment of existence, since it is all encompassed by the "system, " is a profaned domain open to intervention.
The final step of "systems thinking" is the elimination of time itself. With real-time computers that are never shut down, all potentiality will be subject to management, choice, selection and intervention. The future will hold no surprises because it will be part of the present.
Ivan Illich,
sexta-feira, 27 de abril de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
Sente-se no ar o alastrar de traição

domingo, 22 de abril de 2012
rota de colisão
sábado, 21 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
recusou à pressa o que nunca viu

sexta-feira, 6 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
domingo, 25 de março de 2012
estou sempre por aqui mas estou já de saída

terça-feira, 20 de março de 2012
domingo, 18 de março de 2012
Sarah Slean - Drastic Measures
Don’t you want my love
It’s a cloud it’s a broken boat
But it might make you laugh a bit
Easier
I’m like the trees in the midnight parks
Oozing danger igniting sparks
We’ve been left by the viaducts
With the last flame
Of the Universe
domingo, 11 de março de 2012
paradoxos do tempo
terça-feira, 6 de março de 2012
O Marxismo Cultural Feminista de Bruxelas
domingo, 4 de março de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
One Of Us Cannot Be Wrong
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
vai dando para remediar

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
A SIC Mulher encadeia-me os olhos

Ninguém é excepcionalmente inteligente ou louco solitário quando afirma, no meio da manada, não suportar programas de canais generalistas ou temáticos – estes últimos que permitem dividir por categorias o tipo de trampa que estamos mais predispostos a ver em dado momento para rentabilizar melhor o tempo (embora ninguém que se amarfanhe no sofá, estilo alforreca, apresente sinais convincentes de ter amor ao tempo útil).
Sendo uma idiotice batida, ainda assim eu insisto em falar em mediocridade televisiva porque há um programa, em particular, que sempre me incomodou. A maioria deixa-me indiferente e consigo mudar mas aquele desperta-me desespero e vontade de partir paredes falsas e chamar o MacGyver para engendrar uma bomba com velinhas de cheiro e incenso nos bastidores.
A consistência que alimenta a coisa é: existe alguém que tem uma casa que não lhe agrada porque se cansou do estilo, ou não teve condições de investir na manutenção, ou era uma casa enorme e acima das possibilidades/necessidades, ou a casa da vizinha e da novela é “tããoo mais linda que a minha”, ou ainda (neste caso seria eu a solicitar) porque quer pregar um susto de morte a um familiar ou amigo e entrega a residência a um bando de gays e trintonas loucas, especializadas em revestimento delicodoce de madeira palha. O investimento fica a cargo das marcas que têm os seus minutos de fama, as pessoas “ganham” uma nova decoração e o canal televisivo ganha programação para encher muitas horas.
O programa pode ensinar-nos então algumas das manias que as pessoas têm, entre as quais: convicção de que alguma entidade externa e desconhecida consegue revolucionar o nosso bem-estar muito melhor do que nós próprios; ilusão de que um capricho ou mudança de humor, ou mesmo uma necessidade, pode ser respondida no imediato e sem grandes custos; ideia de que existirá sempre, algures, alguém desinteressado que nos paga almoços porque nos quer melhorar a vida, só porque sim; e mania de gerir a vida a toque de entusiasmos rápidos sem capacidade de ponderar desvantagens e desconfortos a longo prazo. Visto isto, diríamos que o programa até é bom porque nos ajuda a pôr em evidência estas tendências que se aplicam a outras áreas. Mas assistir a isto em bruto…
Como digo, todos ganham mas os indivíduos que são servidos no programa ganham entre aspas. Ganham a intromissão de gente em casa que teve aulas práticas em casas de bonecas com mestrado em bibelôs. Eles agarram nas grades mais inúteis que já tivemos na nossa vida, ao fundo do quintal, e pincelam a rosa choque; rapidamente aquela grade ferrugenta onde a nossa cadela sempre entalava o pescoço, ganha mais cor e isso surpreende-nos muito. Abrem um furo para pendurar um expositor de talheres na cozinha mas rebentam-nos os canos mas – “Rápido, tragam-me um quadro do Mário Cesariny! Fabuloso, olhe, mal se nota”.
Acho que isto basta para deixar bem representado o cenário de improvisos almofadados, durabilidade de ikea, ambientadores inibidores da podridão, células mortas envernizadas, sobreposição forçada de elementos exóticos e padrões afeminados que nos dão vontade de enfiar a cabeça no primeiro abajour que aparecer à frente. Até os cenários do cinema western conseguem parecer mais consistentes que aquela fragilidade pintada a verde alface, flores de plástico e os cristais Vista Alegre que ninguém usa para comer os cornflakes ao pequeno almoço. Ou os sofás de jardim que se enchem de húmus no Inverno enquanto as barraquinhas voam para o quintal da vizinha.
A obsessão com a mudança radical à responsabilidade de terceiros, o investimento (nem que seja a crédito) sem questionar a verdadeira utilidade e a indiferença perante o risco iminente de desmoronamento são sinais que estão no "Querido Mudei a Casa" e em todo o lado. Simplesmente, a maioria das pessoas não pensa duas vezes antes de delegar funções ao primeiro larilas que se diz especialista mas nunca teve de aspirar a desviar-se dos emplastros ou que não tem miúdos em casa que levem com o Buda na mona depois de tropeçar no candeeiro em forma de papoila gigante. A megalomania e os papéis de parede coloridos só tapam as paredes de terra batida entre pessoas que não percebem que depois do programa, depois de dispensar o acessório e as distracções – vidrinhos, espanta espíritos, gaiolas vazias e velinhas – deixaram que lhes construíssem um lar à base de prateleiras padronizadas e baratas. Ninguém dá nada a ninguém e ninguém sabe melhor gerir e decorar a vida do que nós próprios. Até nisto, as lições começam em casa.







